segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Natal do Senhor: Festa pagã?

O povo que andava nas trevas viu uma grande luz; sobre aqueles que habitavam uma região tenebrosa resplandeceu uma luz. Vós suscitais um grande regozijo, provocais uma imensa alegria; rejubilam-se diante de vós como na alegria da colheita, como exultam na partilha dos despojos. Porque o jugo que pesava sobre ele, a coleira de seu ombro e a vara do feitor, vós os quebrastes, como no dia de Madiã. Porque todo calçado que se traz na batalha, e todo manto manchado de sangue serão lançados ao fogo e tornar-se-ão presa das chamas; porque um menino nos nasceu, um filho nos foi dado; a soberania repousa sobre seus ombros, e ele se chama: Conselheiro admirável, Deus forte, Pai eterno, Príncipe da paz.(Is 9,1-5)

Tendo em vista a proximidade do Natal, o nosso coração bate com mais entusiasmo e alegria. Não só pelo fato de, neste tempo, a humanidade se confraternizar, as famílias se reunirem, as empresas celebrarem vendas ou aumentar a caridade fraterna. Mas, sobretudo, por um acontecimento especial: “um menino nos nasceu, um filho nos foi dado; [...] e ele se chama: Conselheiro admirável, Deus forte, Pai eterno, Príncipe da paz”.
Contudo, é de se perguntar: O Natal é uma Festa Pagã? A Igreja Católica paganizou a fé cristã introduzindo uma festa dedicada inicialmente ao Deus Sol ‘Invicto’? A julgar por uma teoria protestante sim. Mesmo contra todos os indícios históricos e sem demonstrar nenhuma prova cabal, nem muito menos nenhum argumento verossímil.
Citando a Enciclopédia Católica (edição 1911), afirmam os protestantes que: “a festa de Natal não estava incluída entre as primeiras festividades da Igreja. Os primeiros indícios são provenientes do Egito. Somente os pecadores (como Faraó e Herodes) celebraram com grande regozijo o dia que nasceram neste mundo”.
A julgar pelo que diz as escrituras que, segundo reconhecem os próprios protestantes, é a palavra de Deus, não é verdade a colocação de que só os pecadores celebravam o dia de nascimento. O Profeta Isaías nos demonstra exatamente o contrário quando revela-nos que o povo que andava nas trevas viu uma grande luz; e que essa luz é motivo de “grande regozijo e imensa alegria”, por isso rejubilam-se como “na alegria da colheita” e na “partilha dos despojos”.
Tendo em vista o semitismo típico do Antigo Testamento, todo leitor da Bíblia – e acredito que os protestantes o são – sabe perfeitamente que a “alegria da colheita” e a “partilha dos despojos” de uma guerra eram celebradas com festas públicas e públicas manifestações de alegria.

O anjo disse-lhes: Não temais, eis que vos anuncio uma boa nova que será alegria para todo o povo: hoje vos nasceu na Cidade de Davi um Salvador, que é o Cristo Senhor. Isto vos servirá de sinal: achareis um recém-nascido envolto em faixas e posto numa manjedoura. E subitamente ao anjo se juntou uma multidão do exército celeste, que louvava a Deus e dizia: Glória a Deus no mais alto dos céus e na terra paz aos homens, objetos da benevolência (divina).(Lc 2,10-14)

É verdade que a celebração do Natal do Senhor não se deu, desde o início, no dia 25 de Dezembro, nem tampouco de maneira uniforme no oriente quanto no ocidente. Contudo, também não é verdade que quem instituiu essa festa foi o Imperador Constantino, mandando celebrar o Natal do Senhor nesse dia, mantendo um “espírito pagão”.
O que existe de concreto é que já por volta do ano 200, em torno de 130 anos antes de Constantino, Clemente de Alexandria afirmava que os teólogos egípcios não guardavam nenhum dia do ano, a não ser o natalício do Senhor (Stromata). A mesma Enciclopédia Católica citada pelos evangélicos revela que escritos datados de 243 d.C. mencionam a celebração do Natal, com data de 28 de Março, dia em que se acreditava que Deus havia criado o sol (ponto bastante relevante).
O certo é que os Cristãos sempre tentaram precisar a verdadeira data do nascimento de Cristo, e muito antes da conversão de Constantino ao Cristianismo. As provas indicam que a atribuição da data 25 de dezembro foi uma consequência das tentativas de se determinar quando deveriam celebrar sua morte e ressurreição.
Descobertas recentes baseadas nos escritos essênios encontrados em Qumran, que não podem sofrer nenhum tipo de suspeita de defesa da fé católica, tendo em vista que foram pronunciadas pelo Professor Talmon, docente judeu da Universidade Hebraica de Jerusalém, aproximam o nascimento de Jesus do dia 25 de dezembro.
A questão pode ser simplificada assim: Isabel era estéril, e não podia dar um filho a Zacarias, seu esposo e que pertencia à casta sacerdotal de Abias, servindo no templo de Jerusalém. “Nos tempos de Herodes, rei da Judéia, houve um sacerdote por nome Zacarias, da classe de Abias; sua mulher, descendente de Aarão, chamava-se Isabel.” (Lc 1,5)
A casta sacerdotal no antigo Israel estava dividida em número de 24 classes, as quais alternavam-se no serviço litúrgico no templo por uma semana, duas vezes ao ano. Eles prestavam seus serviços seguindo “rigorosamente” uma ordem (escala) pré-definida e imutável. Sendo que a classe de Abias era a oitava na sequência dos turnos.
Com precisão o Professor Shemarjahu Talmon identificou a ordem cronológica que se sucediam as 24 classes sacerdotais. A Classe de Abias prestava duas vezes serviço no templo, e uma dessas vezes era na última semana de Setembro. Portanto, é verossímil afirmar que o Anúncio do Anjo do Senhor para anunciar a Gravidez de Isabel se deu entre 23 e 25 de setembro, já que, de acordo com a narrativa de São Lucas 1,8 Zacarias encontrava-se “exercendo diante de Deus as funções de Sacerdote”.
São Lucas 1,26 afirma que, no sexto mês da gravidez de Isabel, o que levaria ao dia 25 de Março – celebrado quase universalmente pelos cristãos do mundo como dia da Anunciação - o anjo visitou Maria Santíssima e anunciou que conceberia o filho de Deus. Caminhando mais três meses temos o nascimento de João Batista. Adiantando-se mais seis meses, portanto, 25 de Dezembro, temos o nascimento de Jesus Cristo.
Encerra-se, portanto, qualquer vestígio de paganização do cristianismo. Pelo contrário, sem sombra de dúvidas, o que aconteceu sempre no mundo helênico vivido pelos primeiros cristãos foi a CRISTIANIZAÇÃO do paganismo. Com todos esses dados, só resta-nos agradecer ao Senhor e se alegrar, pois o “Príncipe da Paz” nos será dado.
 
Autor Petterson Dantas

Intolerância Religiosa: "Ativista do Femen simula aborto em igreja de Paris"

Mulher também urinou em frente ao altar da igreja da La Madeleine.

Ela deixou a igreja sem pronunciar uma única palavra.

Um membro do grupo feminista ucraniano Femen protesta em igreja de Paris, contra a posição da Igreja Católica sobre o aborto (Foto: Thomas Samson/AFP) 
Um membro do grupo feminista ucraniano Femen protesta em igreja de Paris, contra a posição da Igreja Católica sobre o aborto (Foto: Thomas Samson/AFP)

Uma ativista que disse pertencer ao grupo feminista Femen simulou nesta sexta-feira um aborto antes de urinar em frente ao altar da igreja da La Madeleine em Paris, indicaram fontes concordantes, no dia seguinte a uma ação parecida na Praça São Pedro.
A ativista, com os seios expostos, se dirigiu para o altar na manhã desta sexta-feira no momento que cerca de dez integrantes de um coral ensaiavam.
Segundo o padre, a jovem depositou um pedaço de fígado de boi representando um feto antes de urinar nas escadas do altar.
saiba mais
Ela deixou a igreja sem pronunciar uma única palavra.
Segundo um fotógrafo da AFP, as palavras "344 cadelas" estavam escritas em sua barriga, em referência ao manifesto das 343 mulheres que assinaram na França um pedido pela descriminalização do aborto e pela legalização da interrupção voluntária da gravidez em abril de 1971.
Em suas costas estava escrito 'Christmas is aborted' (O Natal está abortado).
Uma investigação policial foi iniciada depois que o padre apresentou uma queixa contra a ativista.
Na quinta-feira, uma ucraniana do Femen tirou sua camisa na Praça São Pedro, no Vaticano, para protestar contra a condenação do aborto pela Igreja Católica.
"Christmas is canceled, Jesus is aborted" ('O Natal está cancelado, Jesus foi abortado', teria gritado ele várias vezes, com os seios à mostra exibindo a mesma frase pintada com letras coloridas.

Fonte: G1

O Príncipe da Paz

Por Plínio Corrêa de Oliveira

O Mundo Católico, e com ele, todos os povos da terra voltam-se no dia 25 de dezembro para a manjedoura de Belém, a fim de adorar, cheio de fé, o Menino que aí repousa, ou admirar um acontecimento cuja explicação em vão se procura nas leis que regem os acontecimentos humanos.
Na época em que vivemos, de ruínas materiais e catástrofes morais, o Natal surge como um ponto luminoso de esperança entre as nações que correm, tateando, inseguras, em busca de uma ordem que lhes assegure um bem-estar ainda não encontrado.
Mas, infelizmente para a maioria dos povos, o Natal não passa de um desses símbolos que exaltam as energias momentaneamente, sem lhes incutir vigor novo e duradouro!
Querem a paz, a concórdia, a felicidade, mas desejam que tudo isso lhes caia do céu, ou brote da terra, sem a menor colaboração própria. O Menino Deus há de necessariamente dar-lhes todo o bem, não tanto pela reimplantação de uma civilização baseada nos princípios que Ele veio trazer à terra, como por um encantamento que uniria inexplicavelmente todos os corações.
Esse Menino que adoramos reverentes e causa a admiração misteriosa aos que não O conhecem senão de nome, é, sim, o "Príncipe da Paz" (Is. 9, 6), que trouxe à terra, na suavidade de Sua pessoa, todo o bem, todo o amor capaz de tornar felizes o universo inteiro e mil mundos, caso existissem!
Mas essa Paz se condiciona a uma só coisa: os homens e as nações devem se submeter a Sua Lei, a Seu Evangelho.
Eis a Paz que o Senhor Menino veio trazer à terra. Paz para cuja implantação devem colaborar todos -- nações e indivíduos -- com sua docilidade à Lei Divina. Só estes -- os homens de real boa vontade -- gozarão da Paz que o Natal trouxe aos homens na terra. Fora disso, toda admiração pelo Menino Deus não passa de uma impiedade mais ou menos consciente, mais ou menos inconsciente. E para os ímpios não há paz.
*   *   *
Oxalá as desgraças que os anos acumulam sobre povos e nações os convertam para o Deus único e verdadeiro e a unidade da Fé torne perene realidade as alegrias do Santo Natal.

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Beata Elena Guerra, intercessora da Renovação Carismática Católica do Brasil, também poderia ser canonizada em 2014

APARECIDA, 20 Dez. 13 / 01:01 pm (ACI).- Em um anúncio feito pouco depois da possível canonização do Beato José de Anchieta em 2014, o portal A12, do Santuário Nacional de Aparecida, afirma que  o vice-postulador do processo de canonização da beata Elena Guerra, padre Eduardo Braga e Silva, viajou a Roma esta semana para entregar os documentos que permitirão a abertura da segunda fase de investigação do milagre atribuído à Apóstola do Espirito Santo que poderia elevá-la aos altares como santa ainda em 2014, ano do centenário de sua morte.

Segundo o portal A12, após coleta dos documentos na diocese de Uberlândia, em Minas Gerais, concluída em novembro, terá início a ‘fase romana’ junto à Congregação para a Causa dos Santos. Nesta fase, um grupo de teólogos, médicos e outros consultores analisam os documentos e, se houver reconhecimento do milagre, encaminham aos cardeais e depois ao Papa, que poderá decretar o culto público eclesiástico a Elena Guerra.

O processo de canonização teve início em março na diocese de Uberlândia, porque é onde teria ocorrido o milagre atribuído à beata. Em 2010, um homem que havia sido diagnosticado com morte cerebral saiu desse quadro sem explicação médica.

Padre Eduardo, em entrevista ao site Elo da Fé, falou sobre a expectativa de que Papa Francisco decrete a santificação. “Nesse momento de renovação que vivemos com Papa Francisco, temos sentido a presença muito forte do Espírito Santo. Essa canonização será uma graça muito grande para o mundo. Agradecemos e pedimos que o Espírito Santo continue abençoando a Igreja e seus pastores e o povo de Deus, para que este novo Pentecostes aconteça aqui!”, refletiu.

Em maio de 2012, um relicário dourado passou a fazer parte do Escritório Nacional da Renovação Carismática Católica do Brasil. Ali exposto está um pequeno osso da Beata Elena Guerra, apóstola do Espírito Santo.

Há aproximadamente trës anos, a RCC do Brasil vem trabalhando na divulgação da devoção à Beata Elena Guerra. Para o diretor executivo do Escritório Nacional, Márcio Zolin, “a importância de termos a relíquia em nosso Escritório é para que os funcionários conheçam a devoção e a história da Beata”.

O assistente espiritual do Conselho Nacional da RCCBRASIL, Pe. José Giribone, explica que a relíquia recorda a pessoa que viveu na virtude cristã durante toda sua vida. "É uma forma de nos aproximarmos daqueles que foram heróis na fé. Quando uma pessoa é beatificada ou canonizada pode ser recordada a partir de suas relíquias", diz.

Breve História da Beata

Elena Guerra nasceu em Lucca, na Itália, em 1835, e ficou conhecida como Apóstola da Efusão do Espírito. Ela mantinha contato através de cartas com o Papa Leão XIII, nas quais clamava ao Santo Padre que ele retomasse na Igreja a devoção ao Espírito Santo. Por seu grande amor e devoção ao Espírito Santo, tornou-se intercessora da Renovação Carismática Católica do Brasil. Ela foi beatificada pelo papa João XXIII, em 26 de abril de 1959.

Catequese para crianças: Alfabeto do Menino Jesus - de O a R

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"O" Operário (Trabalhador): Jesus quis ser um trabalhador para ensina-nos a amar o trabalho e honrar os trabalhadores.
"P" Pureza: é o brilho de um coração sem pecado.

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"Q" Quietude: Quietude é a paz recebida de uma boa consciência.
"R" de Realeza: Rei das almas é Jesus - obedeçam sempre a esse rei tão grande e tão Bom.

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Catequese para crianças: Alfabeto do Menino Jesus - de K a N

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"K" Kyrie Eleison: "Senhor tende piedade de nós". Oremos a Deus muitas vezes, como o diz sacerdote no altar: tende piedade de nós.
 
"L" de Luz: A mais bela de todas as luzes, é a luz da verdade.

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"M" mortificar os seus defeitos, ou seja, lutar contra eles para corrigi-los
"N" Natural (Ingênuo): Ser ingênuo é ser simples. Sejam simples como as pombas, é o conselho de Jesus.

O cansaço existencial: por que tudo me cansa?

Você está cansado das coisas, da vida, de você mesmo? Entenda de onde pode vir o cansaço espiritual e como vencê-lo

Por que as coisas nos cansam tanto? Será que estamos cansados de viver, ou talvez cansados até de nós mesmos? Que tipo de cansaço nos pesa mais: o físico, o psicológico, o espiritual?

Chama a atenção como os grandes santos dormiam pouco, comiam pouco, trabalhavam muitas horas e dedicavam um longo tempo à oração. E estavam sempre alegres, inclusive quando seu corpo parecia destruído. Ficavam esgotados, mas não cansados de doar-se a Deus e aos outros. Neles se cumpria a máxima de São João da Cruz: “A alma que anda no amor não cansa nem se cansa”.

Os grandes santos estavam enamorados de Cristo, Esposo e Senhor, e se deixavam amar por Ele. Em suas vidas, sempre houve sofrimento, contrariedades, desprezos, traições. Mas eles nunca perderam a alegria. Sim, enamorados de Cristo, entregaram-se completamente.

Então, por que hoje, na Igreja, há tantas pessoas cansadas? O que acontece?

São múltiplos e muito variados os motivos do cansaço. O cansaço físico contínuo, sem o apoio do Espírito Santo, causa desgaste psicológico. Daí se passa à falta de motivação para orar, para estar diante do Senhor, para deixar-se tocar pela Palavra. Apaga-se a vida espiritual, a relação com o Amado e, por conseguinte, chega a exaustão espiritual, a preguiça.

O cansaço psicológico pode vir pela desordem da vida, pela contínua mudança de horários, pela inconstância nas tarefas, pela bagunça ou falta de limpeza no quarto ou sala de trabalho, pela compensação na comida, pela falta de vontade em tudo.

cansaço pela forma de enfrentar os trabalhos, as contrariedades, os fracassos, os conflitos. Há cansaço quando o trabalho (escolar, manual, intelectual, familiar) é vivido com voluntarismo ou perfeccionismo; quando a pessoa estabelece metas acima das suas possibilidades, ou baseada na comparação ou inveja com relação aos resultados dos outros, ou com o desejo de superar todos. Isso esgota e causa insatisfação.

No cristão, o cansaço pode chegar quando não se confia no Senhor, quando não se coloca em suas mãos as próprias lutas, esperanças, problemas, fracassos, angústias; quando a pessoa se instala no ceticismo ou se apega a pequenas preocupações; quando se dá muita importância ao que é transitório, insignificante, efêmero.

O cansaço pode aparecer na vida do cristão também quando falta humildade para pedir ajuda diante das dificuldades ou problemas, e a pessoa quer resolver tudo sozinha, fechando-se cada vez mais em si mesma, contando somente com suas forças, o que leva a um fracasso maior ainda.

Como enfrentar o cansaço físico e psicológico, para manter o tônus espiritual?

“Vinde a mim todos os que estão cansados, e eu os aliviarei” (cf. Mt 11, 28). A vida não os pertence. Tudo é de Deus. Dele viemos e a Ele voltaremos. Enquanto caminhamos nesta terra, Jesus Cristo está sempre ao nosso lado, sustentando, motivando, iluminado nossa existência.

Ele conhece nossas alegrias e tristezas, nossas esperanças e angústias, nossas luzes e sombras, nosso combate interior. O que Ele deseja é que contemos com Ele, que estejamos sempre na sua presença, que Ele habite no mais íntimo da nossa interioridade.

Ser cristão não nos poupa de lágrimas, mas dá sentido aos nossos sofrimentos. Ser discípulos de Jesus aumenta o “peso” da vida – segundo os critérios do mundo. É verdade. Mas o próprio Jesus nos disse: “Tomai o meu jugo”. E acrescentou: “Porque meu jugo é suave e meu peso é leve” (cf. Mt 11, 30).

O jugo é suave porque é sua amizade incondicional; e o peso é leve porque Ele o carrega conosco. Carregamos um tesouro em vasos de barro, para que se veja que uma força tão extraordinária vem de Deus, não de nós.

Deus é fiel e não permitirá que sejamos tentados acima das nossas forças; pelo contrário, com a tentação, encontraremos também a maneira de poder suportá-la (cf. 1 Cor 10, 13).

(Artigo de Miguel Ángel Arribas, publicado originalmente pelo Seminário Conciliar de Madri)

Fonte: Aleteia

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Concurso da Saúde do RN - Governadora convoca mais aprovados

Parabéns a minha Irmã Plínia Rogéria pela aprovação e, agora, por ter sido chamada a prestar serviços à população do Seridó. Quem é fiel no pouco, Deus confiará mais.

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Fonte: Diário Oficial do Rio Grande do Norte



RIO GRANDE DO NORTE
A GOVERNADORA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE, no uso de suas atribuições, com fundamento no art. 64, inciso XIX, da
Constituição Estadual, e tendo em vista o que consta do Processo nº 289295/2013-1 - SESAP,
R E S O L V E nomear, em caráter efetivo, nos termos do art. 8º, inciso I, e 9º da Lei Complementar 122, de 30 de junho de 1994, os
candidatos abaixo relacionados, classificados em concurso público através do Edital de nº 001/2010, para provimento de cargos efetivos do Quadro Geral de
Pessoal do Estado - Secretaria da Saúde Pública.
Palácio de Despachos de Lagoa Nova, em Natal, 18 de dezembro de 2013, 192º da Independência e 125º da República.
ROSALBA CIARLINI
Antônio Alber da Nóbrega
Luiz Roberto Leite Fonseca



Senado brasileiro aprova projeto de lei que inclui ideologia de gênero na educação nacional

BRASILIA, 18 Dez. 13 / 12:34 pm (ACI).- Na noite desta terça-feira, 17/12, o senado brasileiro aprovou o Plano Nacional de Educação (conhecido como Projeto de Lei 103/2012), cujo texto inclui em um dos seus artigos a diretriz de superar “desigualdades educacionais, com ênfase na promoção da igualdade racial, regional, de gênero e de orientação sexual"”. Segundo o alerta de grupos pró-família brasileiros o texto introduz na educação brasileira a aceitação da ideologia de gênero e a consequente destruição do conceito da família segundo a ordem natural.

O projeto já tramitava há mais de um ano no Congresso e agora deve voltar à Câmara dos Deputados para sua aprovação definitiva com o texto substitutivo do senador Vital do Rêgo (PMDB-PB) que estabelece no Art. 2º:
“São diretrizes do Plano Nacional de Educação:
“III - A superação das desigualdades educacionais, com ênfase na promoção da igualdade racial, regional, de gênero e de orientação sexual”.
O projeto estabelece o novo Plano Nacional de Educação para um período de dez anos.

Na semana passada, o Bispo de Frederico Westphalen (RS), Dom Antônio Carlos Rossi Keller, divulgou uma nota, no site da diocese, sobre o Projeto que institui o Plano Nacional de Educação falando sobre as consequências da aprovação do texto tal qual aprovado no senado.

Segundo Dom Keller, os alunos brasileiros seriam doutrinados na “ideologia de gênero”, que prega que os indivíduos não devem se submeter àquilo que chamam de “ditadura do próprio corpo”, ou seja, à sua própria identidade biofísico-sexual, mas precisam se libertar, inventando seu próprio gênero (masculino, feminino, andrógino, transgênero ou algum outro que se possa conceber).

Dom Keller destaca que "este pode ser o primeiro passo da construção de todo um sistema dissolvente da identidade sexual das próximas gerações".

“Tratando-se de um Projeto de Lei, todas as escolas (mesmo as confessionais) precisariam se adequar, caso fosse sancionado, sob pena de serem acusadas de promover a desigualdade e a discriminação. Por isso, precisamos reagir como cidadãos que vivem a fé cristã e solicitar de nossos representantes que atendam ao pedido do povo brasileiro, profundamente avesso a estas práticas, não aprovando este Projeto de lei da forma como está sendo apresentado”, exortava o prelado.

Grupos pró-família fizeram um abaixo assinado (que ainda pode ser preenchido) pedindo que os legisladores brasileiros rejeitem o Plano Nacional da Educação nos termos que o senado aprovou.

No texto do abaixo assinado os autores alertam: “Se estes novos conceitos forem introduzidos na legislação, estará comprometido todo o edifício social e legal que tinha seu sustento sobre a instituição da família. Os princípios legais para a construção de uma nova sociedade, baseada na total permissividade sexual, terão sido lançados. A instituição familiar passará a ser vista como uma categoria “opressora” diante dos gêneros novos e inventados, como a homossexualidade, bissexualidade, transexualidade e outros. Para que estes novos gêneros sejam protegidos contra a discriminação da instituição familiar, kits gays, bissexuais, transexuais e outros poderão tornar-se obrigatórios nas escolas. Já existe inclusive um projeto de lei que pretende inserir nas metas da Lei de Diretrizes e Bases da Educação nacional a expressão “igualdade de gênero”.

Para assinar o pedido de veto da Câmara ao projeto, clique em: http://www.citizengo.org/pt-pt/1260-diga-nao-ideologia-genero-em-nosso-sistema-educacional

Catequese para crianças: Alfabeto do Menino Jesus - de G a J

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"G" A generosidade. Ser generoso é repartir com alegria em torno de si de tudo o que foi recebido de Deus
Humildade "H". Deus odeia o orgulho e ama as crianças humildes que reconhecem seus próprios erros e fraquezas

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"I" Inocência: Nada é mais bonito do que a inocência, ou seja, a pureza de uma alma sem mancha.
 
"J" Justiça: Justiça é dar a cada um o que é seu.

Machismo e Cavalheirismo: qual a diferença?

Hoje li uma matéria interessante, que sugere que o o grupo feminista radical, as FEMEN, são comandadas na verdade por um homem. Exatamente! Aquelas doidonas que adoram fazer protestos de topless, que batem em senhores velhinhos em plenários de Universidades, e possuem bizarras causas que julgam favorecer o mulherio, na verdade são pau-mandadas de um homem.
Isso me chamou a atenção para um tema que deve ser discutido pelo católico moderno, pois o homem de hoje tem deixado de ser realmente homem e com isso, o mundo tem partido para um machismo ridículo, que só faz gerar feminismos tão machistas e ridículos quanto.
Vivi quase 21 anos completos da minha vida ao lado de um verdadeiro cavalheiro. Meu pai, que faleceu no mês que eu completaria a minha maioridade civil há época do antigo Código Civil, era um homem de verdade, que flutuava entre o rústico e o gentil com a mesma facilidade com que se acende uma lâmpada. Com esse velho gordinho, que me deixou como herança muito mais do que bens (que infelizmente nunca tivemos em demasia, apenas o justo e digno) aprendi como serrar um galho de árvore e como vestir uma abotoadura numa camisa clássica e social. Com esse homem eu aprendi que a tampa da privada deve ficar abaixada quando “tem menina em casa”, porque é nosso dever que elas, ao entrar no banheiro, o encontre limpo e cheiroso.
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Aprendi que portas do carro devem ser abertas, sempre que possível, para que a dama entre confortavelmente no veículo, afinal, geralmente elas levam bolsas. Também aprendi que a mulher nunca, jamais, paga a conta do restaurante, do cinema, ou de nada. Isso cabe ao homem, que tem o dever se ser provedor do mínimo carinho para uma mulher. Não com o intuito de conquista-la, somente, mas porque elas merecem.
Aprendi que a mulher pode trabalhar se quiser, e que são brilhantes e suas profissões, e que nesse caso, o cuidado da casa deve ser compartilhado pelo marido, e se ele não souber fazer algo, que ao menos tente, ou compre – sou péssimo cozinheiro e sempre é mais saudável comprar o jantar do que me atrever a fazer algo impossível de ser comido.
Além disso, um bom desodorante nunca faz mal para um cidadão, ainda mais se ele é descendente de portugueses, como eu, e sente calor mesmo no frio do Ártico. Um perfume não tão forte, mas marcante, também faz parte.
Aprendi que mulher não faz serviços pesados. Não que ela não possa, mas é para não ferir suas belas mãos. E aprendi, que mesmo após 10 anos de casado, que completei no último dia 12/12, tenho o dever de conquistar minha esposa, todos os dias. Eu não a ganhei! Ela não é minha presa de caça! Ao contrário, ela é parte da minha vida e faz meus dias mais belos e felizes.
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Meu velho pai ainda me ensinou que o homem de verdade também reza, e reza pra valer, porque nem sempre a vida é fácil (ela nunca é fácil) e Deus nos dá uma mão tremenda para que consigamos ser aquilo que devemos ser todos os dias. Também aprendi com meu velho Caetano que o homem chora, pede desculpas e faz todo o possível para que sua mulher seja feliz, e que nem por isso ele perde seu espaço de “homem” ou se torna homossexual por isso.
Mas, infelizmente, o mundo masculino ficou afeminado, e aqui não falo que todos os homens viraram gays e passaram a sentir atração por outros homens (esse texto não tem nada a ver com Gays ou preferências sexuais). Não! Na verdade os homens viraram umas porcarias preguiçosas, que aproveitaram a busca das mulheres por direitos iguais ao longo dos tempos pós-modernos e resolveram abrir mão daqueles esforços que cabiam aos homens, naturalmente mais fortes e resistentes em sua biologia que as mulheres.
Os malditos maricas de hoje em dia querem deixar a tampa do xixi levantada porque dizem que as mulheres também têm o dever de abaixa-la se forem usar o banheiro. Eles racham a conta porque acham que é dever das mulheres pagar sua parte do jantar, já que agora elas “querem trabalhar”. Mas, na hora do vamos ver, são uns brutamontes que, ficam sentados no metrô quando uma mulher está em pé na sua frente, que xingam uma mulher dirigindo (de todas as baixarias não mencionáveis nesse blog) porque essa “se atreveu” a passar no sinal verde que lhe dava direito, enquanto os gorilas, ignorando o sinal vermelho para si, atravessavam a rua em sua tranquila caminhada para a jaula mais próxima de um circo de horrores.
Nem falo daqueles arremedos de homem que chegam em casa fedidos do trabalho, esticam seu cadáver no sofá, e ficam vendo futebol na televisão enquanto sua mulher, como uma garçonete de um café da Rota 66, no meio do deserto, tem que lhe levar a cerveja. Esses já não possuem mais cura, salvo raros casos.
Ora ora, caros confrades! Sejam homens, sejam corajosos! Sejam honrados com as calças que vestem! É claro que isso requer esforço, mas ninguém disse que ser homem era fácil. Contudo, é nossa natureza sermos pessoas de bem, cavalheiros, atentos às mulheres e aos outros que nos rodeiam. Aprendam a falar, leiam, abram as portas do seu carro e paguem a conta, mesmo que seja de um só café. Nos finais de semana, separem algumas horas para alguma tarefa manual para a casa. Corte sua lenha, cuide de seus filhos, escove seus dentes e, sempre, sirva sua mulher, trate-a com carinho e com reverência. Ela merece! Afinal, Deus Nosso Senhor já a criou bela e permitiu que você, caro amigo, possa te-la em sua vida, como amiga e companheira.
E, por fim, pelo amor de Deus, abaixe a maldita tampa da privada após usá-la. Você pode fazer isso, seu maricas preguiçoso! E reze! Reze como os grandes homens da Bíblia, reze como um verdadeiro homem, que encara Deus face a face, e não como um covarde que prefere achar que rezar é coisa de mulheres. Ou será que você é tão maricas que tem medo de Deus?

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Catequese para crianças: Alfabeto do Menino Jesus - de C a F


A Adoração dos Pastores: pastores, avisados ​​pelos anjos deixaram seus rebanhos e correram para Belém. Chegam ao pobres estábulo e encontram Jesus na manjedoura. Com Maria e São José, são os primeiros adoradores. Jesus é humilde, e ama àqueles que são humildes, se compraz com os pequenos, com os simples, com todos aqueles que têm um coração reto e puro. Por esta razão, atraiu os pobres pastores, por isso é que tem tanto amor para as crianças.

"C" Caridade : A caridade é uma virtude que vem do céu , o que nos faz amar a Deus por Ele mesmo e ao próximo por amor de Deus.
 

"D" de doçura: sejam doces como Jesus e serão amados como Jesus.

"E": a Esperança cristã nos dá uma firme convicção de que um dia nós iremos para o céu, com a ajuda de Deus.
 

"F" A fé é uma virtude pela qual acreditamos firmemente em tudo o que a Igreja ensina-nos a respeito de Deus.