sábado, 7 de dezembro de 2013

Vozes do inferno: a que ponto chega o ‘odium fidei’.

BUENOS AIRES, 25 de novembro de 2013, CNA / EWTN Notícias | Tradução: Fratres in Unum.com –  No domingo, 24 de novembro, durante sua reunião anual, as “autoconvocadas” – um grupo pró-aborto – agrediram jovens que defendiam pacificamente a parte externa da Catedral de San Juan, na Argentina, com insultos, pichações, toques físicos e cuspes.


O incidente ocorreu a despeito da presença de 600 policiais que estavam lá para garantir a segurança, em vista do risco de que as “auto-convocadas”, reunidas na cidade de 23 a 25 de novembro, repetissem os ataques a igrejas católicas perpetrados em anos anteriores. As igrejas do centro da cidade haviam sido cercadas com grades metálicas pelas autoridades.
Conforme informou o jornal La Provincia, da cidade de San Juan, algumas manifestantes “queimaram uma figura do Papa Francisco”, enquanto “outras giravam em torno da fogueira aos gritos.”
A maior parte das manifestantes, no entanto, “buscava um confronto com provocações em direção a uma fileira de católicos unidos em oração, que tentavam impedi-las de entrar na Catedral.”
Como se pode ver nos vários registros em vídeo, as promotoras do aborto, fazem pichações, insultam e cospem nos católicos que formam uma corrente humana e não respondem de outra maneira, senão com a recitação do Rosário.
A turba, entre os quais muitas mulheres com seios de fora, proferiu gritos como, por exemplo: “proíbem o aborto e são padres abusadores” ou “há estupradores nesses escalões”, enquanto empurravam e agrediam os católicos que formavam a parede humana do lado de fora da Catedral.
Conforme relatado por outros meios de comunicação locais, no dia 25 de novembro, as ruas de San Juan amanheceram repletas de pichações anticatólicas e a favor da prostituição.
Segundo Martín Patrito, diretor da plataforma “Argentinos Alerta”, a imagem da violência se repete, pois “a cada ano, centenas de mulheres se reúnem à guisa de debater, porém, sabemos bem que elas querem impor” .
Em declarações à ACI Prensa, Patrito disse: “A catedral estava protegida, assim como o resto das igrejas do centro da cidade. Até às 18:00h do domingo as manifestações eram pacíficas; elas  apenas gritavam e entoavam seus cânticos contra a Igreja, o Papa, o governo, os machistas e o que mais conseguissem conceber em suas mentes.”
No entanto, ao se depararem com um grupo de católicos que defendiam o acesso à Catedral, que não estava protegido pela cerca metálica, as ativistas pró-aborto ficaram furiosas.
“Foi aí que a fúria das fundamentalistas aumentou”, disse o membro do Argentinos Alerta.
“A discriminação no seu ponto mais alto: Insultos, cuspes, pichações, agressões, toques físicos. Um verdadeiro sábado das bruxas”, disse ele.
Patrito lamentou que “as queixas também atingiram o Papa Francisco, pois elas queimaram uma imagem que o simboliza enquanto cantavam ‘tirem seus rosários de nossos ovários’, ‘aborto legal no hospital’ e ‘se o papa fosse mulher, o aborto seria legal’”.
“O ódio à Igreja Católica é claro”, disse ele.
As pichações pró-aborto começaram a aparecer nas ruas de San Juan a partir do dia 22 de novembro, quando se denunciou que as ativistas pró-aborto atacaram duas religiosas que visitavam uma exibição da Caritas, tentando arrancar-lhes o hábito. O padre Romulo Campora, pároco da Catedral, também foi agredido.
Conforme informado pelo Argentinos Alerta, já na cerimônia de inauguração do Encontro de Mulheres “autoconvocadas”, em San Juan, um grupo de ativistas se propôs a “queimar a Catedral cantando ao ritmo de batucada”.

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