BUENOS AIRES, 25 de novembro de 2013, CNA / EWTN Notícias | Tradução: Fratres in Unum.com
– No domingo, 24 de novembro, durante sua reunião anual, as
“autoconvocadas” – um grupo pró-aborto – agrediram jovens que defendiam
pacificamente a parte externa da Catedral de San Juan, na Argentina, com
insultos, pichações, toques físicos e cuspes.
O incidente ocorreu a despeito da
presença de 600 policiais que estavam lá para garantir a segurança, em
vista do risco de que as “auto-convocadas”, reunidas na cidade de 23 a
25 de novembro, repetissem os ataques a igrejas católicas perpetrados em
anos anteriores. As igrejas do centro da cidade haviam sido cercadas
com grades metálicas pelas autoridades.
Conforme informou o jornal La Provincia,
da cidade de San Juan, algumas manifestantes “queimaram uma figura do
Papa Francisco”, enquanto “outras giravam em torno da fogueira aos
gritos.”
A maior parte das manifestantes, no
entanto, “buscava um confronto com provocações em direção a uma fileira
de católicos unidos em oração, que tentavam impedi-las de entrar na
Catedral.”
Como se pode ver nos vários registros em
vídeo, as promotoras do aborto, fazem pichações, insultam e cospem nos
católicos que formam uma corrente humana e não respondem de outra
maneira, senão com a recitação do Rosário.
A turba, entre os quais muitas mulheres
com seios de fora, proferiu gritos como, por exemplo: “proíbem o aborto e
são padres abusadores” ou “há estupradores nesses escalões”, enquanto
empurravam e agrediam os católicos que formavam a parede humana do lado
de fora da Catedral.
Conforme relatado por outros meios de
comunicação locais, no dia 25 de novembro, as ruas de San Juan
amanheceram repletas de pichações anticatólicas e a favor da
prostituição.
Segundo Martín Patrito, diretor da
plataforma “Argentinos Alerta”, a imagem da violência se repete, pois “a
cada ano, centenas de mulheres se reúnem à guisa de debater, porém,
sabemos bem que elas querem impor” .
Em declarações à ACI Prensa, Patrito
disse: “A catedral estava protegida, assim como o resto das igrejas do
centro da cidade. Até às 18:00h do domingo as manifestações eram
pacíficas; elas apenas gritavam e entoavam seus cânticos contra a
Igreja, o Papa, o governo, os machistas e o que mais conseguissem
conceber em suas mentes.”
No entanto, ao se depararem com um grupo
de católicos que defendiam o acesso à Catedral, que não estava protegido
pela cerca metálica, as ativistas pró-aborto ficaram furiosas.
“Foi aí que a fúria das fundamentalistas aumentou”, disse o membro do Argentinos Alerta.
“A discriminação no seu ponto mais alto:
Insultos, cuspes, pichações, agressões, toques físicos. Um verdadeiro
sábado das bruxas”, disse ele.
Patrito lamentou que “as queixas também
atingiram o Papa Francisco, pois elas queimaram uma imagem que o
simboliza enquanto cantavam ‘tirem seus rosários de nossos ovários’,
‘aborto legal no hospital’ e ‘se o papa fosse mulher, o aborto seria
legal’”.
“O ódio à Igreja Católica é claro”, disse ele.
As pichações pró-aborto começaram a
aparecer nas ruas de San Juan a partir do dia 22 de novembro, quando se
denunciou que as ativistas pró-aborto atacaram duas religiosas que
visitavam uma exibição da Caritas, tentando arrancar-lhes o hábito. O
padre Romulo Campora, pároco da Catedral, também foi agredido.
Conforme informado pelo Argentinos
Alerta, já na cerimônia de inauguração do Encontro de Mulheres
“autoconvocadas”, em San Juan, um grupo de ativistas se propôs a
“queimar a Catedral cantando ao ritmo de batucada”.
Nenhum comentário:
Postar um comentário