segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

A abstinência até o matrimônio e a fidelidade conjugal são a "via segura" contra a AIDS

O Arcebispo Metropolitano de Piura (Peru), Dom José Antonio Eguren Anselmi, disse que a via "segura" autêntica contra a AIDS são estilos de vida saudáveis ​​como a postergação do sexo até o casamento, a fidelidade e a rejeição da promiscuidade. Por ocasião do Dia Mundial de Combate à AIDS, Dom Eguren assinalou que "renovamos o nosso compromisso de estar com aqueles irmãos diretamente afetados e suas famílias, com nossas orações e caridade cristã".

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(ACI/InfoCatólica) "Esta data é também ocasião privilegiada para renovar o nosso chamado a não estigmatizar ou discriminar aqueles que sofrem dessa doença grave; recordemos que Deus ama com predileção esses pequenos filhos seus que carregam uma pesada cruz de sofrimento e dor".
O Arcebispo de Piura indicou que "a infecção por HIV-AIDS, verdadeira epidemia do nosso tempo, tem um rosto específico em terra Piuranas, sendo uma fonte de sofrimento para centenas de nossos irmãos, entre homens, mulheres – incluindo uma mulher grávida à espera de dar à luz – e crianças: anualmente morrem pessoas por esta causa e, infelizmente, não cessam de registrar dezenas de novos casos".
"Celebramos os progressos realizados pelos tratamentos médicos, que atualmente têm melhorado a sobrevida dos indivíduos infectados, reduzindo assim as mortes por AIDS". Sem embargo, ele advertiu, apesar desses avanços na medicina, "Os Organismos Internacionais seguem constatando hoje como ponto fraco no controle da transmissão da doença neste ponto: os comportamentos humanos relacionados à sexualidade".
O arcebispo disse que "é preciso reconhecer que os meios terapêuticos são insuficientes para conter a disseminação do HIV/AIDS". "Portanto, a Igreja insiste na prevenção adequada, desde o contexto humano mais amplo da educação para o amor. É imprescindível promover estilos de vida saudáveis ​​que correspondem à natureza dos seres humanos, que favoreçam o adiamento das relações sexuais até o matrimônio e a fidelidade no mesmo, assim como a rejeição frontal da promiscuidade".
Essas medidas, assegurou, "constituem a via “segura” autêntica, possível de ser reconhecida por homens e mulheres, jovens e velhos, e que deve ser proposta à livre adesão de todos".

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