O Arcebispo Metropolitano de Piura
(Peru), Dom José Antonio Eguren Anselmi, disse que a via "segura"
autêntica contra a AIDS são estilos de vida saudáveis como a postergação do
sexo até o casamento, a fidelidade e a rejeição da promiscuidade. Por ocasião do Dia Mundial de Combate à AIDS, Dom Eguren
assinalou que "renovamos o nosso compromisso de estar com aqueles irmãos
diretamente afetados e suas famílias, com nossas orações e caridade
cristã".
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(ACI/InfoCatólica) "Esta data
é também ocasião privilegiada para renovar o nosso chamado a não
estigmatizar ou discriminar aqueles que sofrem dessa doença grave; recordemos que Deus ama com predileção esses pequenos filhos
seus que carregam uma pesada cruz de sofrimento e dor".
O Arcebispo de Piura indicou que "a infecção
por HIV-AIDS, verdadeira epidemia do nosso tempo, tem um rosto específico em
terra Piuranas, sendo uma fonte de sofrimento para centenas de nossos irmãos,
entre homens, mulheres – incluindo uma mulher grávida à espera de dar à luz – e
crianças: anualmente morrem pessoas por esta causa e, infelizmente, não
cessam de registrar dezenas de novos casos".
"Celebramos os progressos realizados pelos
tratamentos médicos, que atualmente têm melhorado a sobrevida dos indivíduos
infectados, reduzindo assim as mortes por AIDS". Sem embargo, ele advertiu, apesar desses avanços na medicina, "Os
Organismos Internacionais seguem constatando hoje como ponto fraco no controle
da transmissão da doença neste ponto: os comportamentos humanos
relacionados à sexualidade".
O arcebispo disse que "é preciso reconhecer que
os meios terapêuticos são insuficientes para conter a disseminação do HIV/AIDS".
"Portanto, a Igreja insiste na prevenção adequada,
desde o contexto humano mais amplo da educação para o amor. É imprescindível
promover estilos de vida saudáveis que
correspondem à natureza dos seres humanos, que favoreçam o adiamento das
relações sexuais até o matrimônio e a fidelidade no mesmo, assim como a
rejeição frontal da promiscuidade".
Essas medidas, assegurou, "constituem a via
“segura” autêntica, possível de ser reconhecida por homens e
mulheres, jovens e velhos, e que deve ser proposta
à livre adesão de todos".
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