terça-feira, 12 de novembro de 2013

Um dos líderes do Lobby Gay acredita que o aborto deve ser obrigatório





"O controle da população. Existem muitas pessoas no planeta!". "Você sabe que eu sou a favor do aborto. Eu acho que as mulheres devem ter o direito de controlar seus corpos. Mas, às vezes, nos meus momentos mais sombrios, eu sou anti-escolha. Eu acho que o aborto deveria ser obrigatório por aproximadamente 30 anos. Essa é uma ideia perigosa. Ela me pediu uma idéia perigosa." Assim respondeu a uma pessoa do público em uma audiência de um programa de TV na Austrália o escritor e comentarista Dan Savage, representando o lobby gay.

(Infowars/HO) Não é a primeira vez que Savage promove a polêmica com suas declarações escandalosas. Neste caso, parece que nem os depoimentos dramáticos que temos tomado conhecimento dos lugares onde o aborto foi tornado obrigatório, como na China do filho único - onde as mulheres que não podem pagar as enormes multas por violar esta lei são raptadas, espancadas e arrastadas aos hospitais do Estado para abortos forçados – lhe movem a guardar um mínimo de cuidado. 336 milhões de abortos desde 1971 é o resultado trágico dessa política chinesa.

Casos como o que recentemente atraiu a atenção da mídia de uma mulher, que funcionários do governo invadiram sua casa à noite, raptaram-na e a levaram para um hospital, e lhe injetaram a força uma droga abortiva que acabou com a vida de seu bebê, que estava a apenas três meses de nascer. Os bebês são mortos mesmo aos aos 9 meses de gravidez, e morrem nos braços de suas mães, enquanto outros são jogados em cubos enquanto ainda estão vivos. Ativistas que se manifestam contra o aborto forçado na China também são perseguidos pelo governo.

A CNN, juntamente com o multibilionário Ted Turner e outros grupos elististas de pressão, se comprometeram a pressionar na busca de que se imponham políticas de controle de natalidade: todos têm defendido a política do filho único. Em seu livro de 1977 Ecoscience, o a política oficial da Casa Branca era a do assessor científico John P. Holdren, que lançou a ideia de abortos forçados e esterilização obrigatória, entre outras medidas draconianas de controle populacional, as quais seriam realizadas por um "regime planetário". Durante um discurso em 2011 na Universidade de Sichuan, o vice-presidente Joe Biden afirmou que ele "entende perfeitamente " a política do filho único da China.


O mito da superpopulação
A Chamada de Dan Savage a favor do aborto obrigatório não somente é totalmente ofensiva, mas a sua suposta "justificação" – reduzir a população do mundo - é cientificamente falsa.
A suposta ameaça representada pela superpopulação é em si um mito. Os mesmos dados da ONU indicam claramente que a população se estabilizará em 2020 e, em seguida, cairá drasticamente a partir de 2050. Como The Economist relatou: "A fertilidade está caindo e as famílias estão encolhendo em lugares como Brasil, Indonésia e até mesmo partes da Índia, lugares que são repletos de crianças. Como nosso relatório mostra, a taxa de fertilidade da metade do mundo está agora de 2,1 ou até menor, o número mágico que é consistente parauma população estável e é normalmente chamado de taxa de fertilidade de substituição. Em algum momento entre 2020 e 2050 a taxa de fertilidade do mundo vai cair abaixo da taxa de substituição global".

As advertências sobre a ameaça representada pela superpopulação são fundamentalmente falhas. Na verdade, a subpopulação será vista como a maior ameaça para a prosperidade humana na segunda metade do século. Como observado por Jeff Wise, devido à queda das taxas de fecundidade, a população da Europa Ocidental, diminuirá de 460 milhões para cerca de 350 milhões até o final do século. Enquanto isso, a Rússia e a China poderia perder metade da sua população. A taxa de natalidade na Alemanha caiu para apenas 1,36, o da Itália para 1,4 e a da Espanha é de 1,48, graças a um fenômeno natural chamado de "transição demográfica", que é a mudança das altas taxas de mortalidade e altas taxas de natalidade a baixas taxas de mortalidade e baixas taxas de natalidade. Espera-se que a população humana atinja um máximo de  9 bilhões de pessoas até 2050-2070 e, em seguida, começará a declinar. "No longo prazo, na ordem de séculos, poderemos estar testemunhando o desaparecimento literal da humanidade", escreve Wise, apontando para o relatório da IIASSA-2008.


Fonte: InfoCatólica

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